Ainda estou aqui!

Algumas pessoas ainda entram em contato comigo por causa do blog, seja para pedir dicas, ajudar ou simplesmente para desabafar que foi diagnosticado! Sei como é passar por isso, e sim, estou por aqui sempre (mesmo que não tenha atualizado o blog nos últimos tempos, sorry haha).

Abraços,
Gui Mori

Liberado por 1 ano

Aleluia! Não tinha postado isso antes, mas são exames de setembro de 2012! Todos os resultados estavam ótimos, mas o mais importante é que o Dr. Auro me liberou POR UM ANO das consultas, ou sejo, só volto em setembro/outubro desse ano de novo, e agora assim segue. Só falta um ano para completar os cinco anos de cura, uhuuul!

Agora tudo está estável, aquele resquício que estava lá ficou nos 1,2 cm (mas bem que podia sumir, só por sumir, porque não faz mais diferença hahaha0.

Abraços,
Gui Mori

Paris – Dia 8 e 9: Sainte Chapelle, Passeio no Rio Sena, nosso quarto, Réveillon e Despedida

31 de Dezembro, quase ano novo, mas ainda dá tempo de fazer várias coisas em Paris (apesar de já ter visitado quase tudo que estava na nossa lista). Começamos por voltar para Sainte Chapelle (que estava no horário de fechar e não deixaram a gente entrar na fila da primeira vez) e acho que foi uma das melhores coisas que a gente podia ter feito. Ela é completamente diferente das outras igrejas, com uns vitrais GIGANTES e sensacionais, não tem como explicar, é preciso ver!

Escolhemos fazer um passeio pelo Rio Sena, é quase como ver Paris inteira de novo (só que não), mas de um barquinho e bem rápido e sem entrar (viu, só que não). Apesar do friozinho deu para aproveitar e rever o que a gente tinha visto nos outros dias (com algumas explicações do alto falante). Para quem tem um tempinho sobrando vale a pena, os passeios saem ali do lado da Torre Eiffel (e o nosso tinha direito a um croque monsieur, uhuuul).

Rio Sena Rio Sena Rio Sena Rio Sena Sainte Chapelle Sainte Chapelle Sainte Chapelle Sainte Chapelle Sainte Chapelle Sainte Chapelle Sainte Chapelle

Voltamos para o nosso querido hotelzinho para arrumar para o ano novo, nos falaram que era meio caótico para chegar até a Torre no ano novo então decidimos sair um pouco mais cedo. Claro que a viagem tinha que ter uma aventura grande e óbvio que tinha que ser na noite de Réveillon, mas jajá chego lá. Nosso quarto não era muito grande, não tinha geladeira (mas não era problema, porque deixavamos na janela e esfriava rapidinho), mas era bem confortável e gostoso, sempre deixavam o ar quente ligado, então chegar da rua ficava bem gostoso.

Quarto do Hotel Quarto do Hotel Quarto do Hotel Quarto do Hotel Quarto do Hotel

Prontos para sair, fomos rumo ao metrô de Paris. De início tudo estava OK, a primeira linha estava bem vazia e ficamos imaginando: mas tinham falado que ia ser uma zona. Quando chegamos na estação para fazer baldeação, percebemos que o problema era na linha da Torre. Uma barreira de pessoas surgiu no meio dos corredores e não andava, demorou um tempinho para perceber que tinham vários seguranças organizando a “fila”, até achamos que seria tranquilo, mas não… quando o trem chegava ele já estava explodindo de gente, as janelas abertas, pessoas se apertando cada vez mais e até gente brigando para colocar as pessoas que empurravam para fora do vagão. Cruzamos alguns brasileiro filmando e o comentário foi: “pior que estação da Sé em horário de pico”! Olhamos o relógio e vimos que já era 23h45, decidimos subir as escadas e tentar chegar o mais perto possível da Torre.

Saimos na Champs Élysées, e por sorte eu tenho bom senso de direção, porque a Bru não fazia idéia de que lado estava a Torre (hahahaha). Corremos por alguns minutos e chegamos em uma das várias pontes que cruzam o Rio Sena e lá já estavam VÁRIAS pessoas esperando. Quando faltava um minuto, vários carros começaram a parar no meio da ponte e da rua mesmo para ver a virada. Deu o horário e a Torre começou a brilhar e no ânimo frânces (ou a crise européia) só uns 5 fogos de artifício foram lançados (hahahahaha), mas estavamos ali, vendo a Torre! =)

Réveillon Réveillon Réveillon Réveillon Réveillon

Poucas linhas de metrô estavam funcionando (e estavam bem cheias), então voltamos boa parte a pé. Na estação mais próxima que dava para chegar do nosso hotel, cruzamos uma brasileira que morava lá e nos falou o melhor caminho para chegar até o hotel.

No dia seguinte, nosso último, não tinhamos muito tempo disponível, mas óbvio que fizemos o último repeteco na paixão absurda da Bru: a Torre Eiffel! Seguimos rumo ao aeroporto e chegamos em São Paulo no dia 02 de madrugada e direto para o trabalho! =)

Abraços,
Gui Mori

 

 

Paris – Dia 7: Saint Germain en Laye, Pantheon, Jardim du Luxembourg e Opera de Paris

Decidimos sair de Paris de novo rumo a Saint Germain en Laye, dica da Má, a irmã da Bru. É uma cidadezinha pequena que fica mais ou menos 15 km de Paris, mas super fácil de chegar. Como tudo pela França, super bonitinho o lugar, mas que no verão deve ficar mais bonito ainda por causa das praças. Tinha um ponto lá que dava para ver a pontinha da Torre Eiffel, tinha até um “mapa” em uma “mesa” de pedra marcando os pontos, ficava mais fácil para ver (não sei se vai dar para ver na foto).

Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye Saint Germain en Laye

 

Voltando de lá fomos para o Pantheon onde tem uma coisa sensacional: um pêndulo de Foucalut! Para quem não conhece, é um experimento que comprova a rotação da Terra, isso feito em 1851. Basicamente ele usa a rotação da Terra para deixar um pêndulo em movimento e que conforme vai rodando ele marca as horas. Fisicamente falando é bem mais complexo do que isso, mas bastante interessante, quem nunca ouviu falar vale a pena dar uma procurada (e ir ver um, existem vários por aí).

Pantheon Pantheon Pantheon Pantheon Pantheon Pantheon Pantheon Pantheon Pantheon Pantheon

Seguimos para o Jardim du Luxembourg que, mais uma vez, na primavera deve ficar MUITO bonito, mas mesmo no inverno tem seu charme. Demos uma andada por lá para conhecer um pouco, mas para o nosso azar começou a dar uma chovidinha bem de leve (leve mesmo). Então decidimos ir para o Opera de Paris fazer o tour. Começa que o prédio é bem bonito por fora, e muito mais bonito por dentro. Só as escadas e esculturas (e ouvir o guia dos outros explicando algumas coisas hahaha) já fazem valer a pena o passeio. Conseguimos ver o palco também e, quando menos a gente esperava, apareceu um cenário e algumas pessoas ensaiando para a aparesentação que teria de noite (e em poucos segundos os seguranças já vieram pedir para todo mundo sair do lugar que estava aberto para ver hahaha).

Para finalizar o dia, voltamos para a Champs Élysées passando por uma rua conhecida como “carademaisparanós” (hahaha) e comer um Waffle the Chocolate com banana (e açúcar) uhuuul! Esse dia paramos no caminho para comprar os famosos “macarrons”, parece um “hamburguinho”, mas é doce e de vários sabaroes. hmmmmm…

Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Opera de Paris Jardim du Luxembourg Jardim du Luxembourg Jardim du Luxembourg Jardim du Luxembourg Jardim du Luxembourg Jardim du Luxembourg Macarrons Waffle the Chocolate com banana rua conhecida como "carademaisparanós"

 

Abraços,
Gui Mori