É o fim…

… de um ciclo, e o início de um novo! Cinco anos se passaram e estou de alta! Nada melhor do que poder comemorar uma data dessas. Enfim, é o fim! =)

Dear Family (once again),

Família que cresceu. Família que, além de pai, mãe, irmãos, namorada, avós, primos, primas, tios e tias, considero aqui, e sempre, meus amigos, amigas, médicos, médicas, enfermeiros e enfermeiras que cuidaram e cuidam de mim. Em 2009, com vinte anos, um mês e vinte dias, descobriram que era portador de três linfomas não-hodgkin de grandes células B, crescimento… esquece, não preciso mais repetido isso, certo?

O mal que me fez abrir os olhos e perceber o que eu não podia enxergar, chegou ao fim. Após longos cinco anos de espera, aqui estamos. Acabou! O Dia C, que pode ser de carequinha, cura, cacilda cabou e de muitas outras coisas, mas não mais de câncer, enfim pode ser comemorado com tranquilidade.

Há algumas semanas passamos por um susto, oculto para quase todos até agora. O que parecia não poder ser realidade, aconteceu. Em um momento de descontração senti um pequeno caroço em meu pescoço. Gelei. Não sabia o que fazer, exceto me preparar para qualquer coisa que pudesse ser. Adiantei meus exames e minha consulta. O resultado? Não era nada. Não era NADA! Repeti o exame para garantir. Dessa vez? Não era nada! Alívio, a contagem continua.

Eu poderia escrever uma música, um poema, ou um milhão de páginas, mas nada disso seria capaz de demonstrar o quão importante essa família foi e sempre será para mim.

Aaron Sorkin disse uma vez: “Você vai cair. Mas o mundo não dá a mínima para o número de vezes que você cai, desde que ele seja menor do que o número de vezes que você se levanta”. Obrigado a todos que estiveram nos mais diferentes momentos e seguraram na minha mão, sucesso e fracasso são muito mais divertidos se forem compartilhados com outras pessoas.

Obrigado por serem minha família,
Guilherme Mori

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